O "repórter" esteve lá e estas são algumas das imgens obtidas com a minha Linux/Leica:
Torres Vedras e a História (breves apontamentos, esboços, documentos, efemérides, estudos, fotografias, notícias...)
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Imagens da Prova de Hipismo realizada ontem no "Vimeiro".
Teve ontem lugar mais um prova de concurso de saltos internacionais do Vimeiro (aliás Maceira, aliás Porto Novo...), junto ao Hotel Golf Mar.
O "repórter" esteve lá e estas são algumas das imgens obtidas com a minha Linux/Leica:
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Venerando António Aspra de Matos
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sábado, 17 de julho de 2010
Exposição fotográfica sobre Timor, inaugurada na CCC:
A Cooperativa de Comunicação e Cultura - Centro de Cultura Contemporânea inaugura hoje a exposição de fotografia 'Expressões Lorosae' um trabalho da autoria de Vitor Cordeiro.
A inauguração ocorre hoje pelas18 horas e vai estar patente ao público de 19 de Julho a 04 de Setembro.
Do convite divulgado pela CCC, pode ler-se: "Em época de férias e com tempo para reflectir a Cooperativa de Comunicação e Cultura deixa imagens de um olhar sobre Timor e suas expressões. Este trabalho fotográfico, pretende ser através do retrato, uma mostra, uma expressão da alma timorense captada pela objectiva do autor, desta vez o nosso convidado é Vítor Cordeiro".
horário: segunda a sexta 14:30/20:00 e das 21:0/02:00,
sábado das 20:00 às 03:00
por marcação das 10.00 às 12:30 ou em horário a combinar
(encerrado para férias de 01 a 29 de Agosto) .
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Inauguração da Exposição de Fotografia "Ler nas Entrelinhas"
Vai ser inaugurada, daqui a pouco, pelas 17 horas, nos Paços do Concelho de Torres Vedras, a exposição das fotografias concorrentes ao 2º concurso "Ler nas Entrelinhas", organizado pela Escola Henriques Nogueira.
Os prémios foram anunciados em Maio com uma dia em grande, entre Torres Vedras e Caldas.
A partir de hoje, e até finais de Agosto, é possível ver reunidas no mesmo localas fotografias que estiveram expostas nas estações ferroviárias daquelas duas cidades.
Apareçam!
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
33ª Edição do Grande Prémio Joaquim Agostinho
Terminou ontem, com o tradicional circuito de Torres Vedras, a 33ª edição do Grande Prémio Joaquim Agostinho.
Cândido Barbosa foi o vencedor desta etapa e terminou como vencedor desta edição.
Estas são algumas das fotografias deste último dia (tiradas com uma Panasonic/Lumix FZ38, com lentes Leica):
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domingo, 4 de julho de 2010
No último dia da Feira de S. Pedro (Torres Vedras - 2010)
(Fotografias tiradas com a minha pequena compcta da Ricoh R8 (A Canon e a Lumix ficaram em casa...))
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
Abertura da Feira de S. Pedro
Tem hoje lugar a abertura da tradicional e centenária Feira de S. Pedro.
Podem consultar AQUI o espaço que lhe dedicámos neste mesmo blogue por ocasião da sua abertura do ano passado.
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segunda-feira, 21 de junho de 2010
Guta Moura Guedes - Uma torriense a recordar Saramago.
Belo o texto de Guta Moura Guedes sobre Saramago.
Está na sua página do facebook, e nós transcrevemo-lo em baixo.
(clicar sobre a imagem, para ler o texto)
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
Recordar José Saramago em Torres Vedras
Faleceu hoje José Saramago, um dos maiores escritores portugueses de sempre e o único consagrado com o Prémio Nobel, em 8 de Outubro de 1998.
Foram várias as ocasiões em que José Saramago visitou Torres Vedras, mas talvez poucos conheçam o que ele escreveu sobre este concelho na sua obra “Viagem a Portugal”.
Como homenagem e recordação desse grande vulto da cultura portuguesa, transcrevemos aqui alguns excertos dessa visita, nomeadamente na parte relativa ao Chafariz dos Canos, ao Castelo de Torres Vedras e ao Turcifal:
Saramago no Chafariz dos Canos:
“Em Torres Vedras, o viajante começou por ver a Fonte dos Canos.Estava mesmo no caminho, mal parecia desprezá-la. Muito estimavam a água os construtores do século XIV para desta maneira a preitearem, arcos ogivais de bom desenho e talhe, capitéis que não são mera fórmula estrutural, gárgulas imaginosas. Não corria hoje a água, esgotou-se talvez o caudal, ou, tendo sido integrado no abastecimento público, não cuidaram de o reencaminhar para a secular saída. Lastima o viajante : fonte que não corre, é mais triste que ruína.”
( José Saramago, Viagem a Portugal, ed. Caminho, 10ª edição, 1995, p.256)
Saramago no Castelo e na Igreja de Stª Maria do Castelo
“Como a tarde vai chegando ao fim, o viajante quer dar uma última vista de olhos à paisagem donde veio. Sobe ao castelo, admira até onde os olhos alcançam, e, estando ali a Igreja de Santa Maria do Castelo, erro seria não aproveitar (...). No alto da vila, e metida entre as muralhas, a igreja está silenciosa, não zumbe mosca, nem os pássaros se ouvem lá fora. O viajante repara numa porta que ali há, empurra-a e encontra-se numa pequena divisão nua de móveis ou outra decoração. Dá três passos e quando, movendo ao mesmo tempo o corpo, passa os olhos em redor, tem um violento sobressalto : julgou ter visto uma enorme cara a espreitá-lo pela frincha doutra porta. Confessa antes que lhe perguntem: teve medo. Mas enfim, um viajante é um homem: se não há ali ninguém que lhe admire a coragem, prove-a a si próprio.
“Aproximou-se da porta misteriosa e abriu-a de repelão. Ajoelhado no pavimento de tijoleira, estava um enorme S.José de pasta, já esfarrapadas as vestimentas, todo ele papelão moldado, velhinho mais que o natural na brancura de cabelo, barba, bigode e sobrancelhas, mas muito jovem de pele. Era uma figura de presépio, claro está”.
(In José Saramago, Viagem a Portugal,ed. Caminho, 10º edição, 1995,p.257).
Saramago no Turcifal
Por último, da mesma edição, a visita ao Turcifal
“Foi o caso de no Turcifal ter visto o viajante uma altíssima igreja erguida sobre um terreiro a que por tesos lances de escadaria se chegaria, havendo boa perna. Buliu o avantajado edifício com a curiosidade do viajante, que se lançou ao habitual jogo da chave. (...) O viajante bateu uma vez, bateu duas vezes, e depois de bater três vezes entreabriu-se uma frincha zelosa, e uma cara de mulher velha apareceu, severa: “Que deseja?” Dá o viajante o seu habitual recado, veio de longe, anda a visitar, seria um grande favor, etc. Responde a frincha da porta: “Não estou autorizada. Não dou a chave. Vá pedir ao padre.” (...) Já pensa que no limiar da povoação fará o teatral gesto de sacudir a poeira das botas, mas então lembra-se do bom modo da primeira mulher, e vai ao padre. Pasmemos todos. A velha já lá está, em grandes demonstrações explicativas, de palavra e gesto, com a ama do padre, ou talvez parente. (...) E tudo vem a explicar-se. Esta pobre mulher, mostrando a igreja a visitantes, foi por duas vezes vítima de ataques. Uma das vezes até lhe deitaram as mãos ao pescoço, um horror. O viajante fora confundido.”
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O "Sr. Vinho" já está, finalmente, em Torres Vedras
Depois de tanta polémica, o “sr. Vinho” de Joana Vasconcelos já está em Torres Vedras.
Julgo que muita gente vai mudar de opinião quando o vir no local.
Colocado na madrugada de ontem, contou com a presença de Joana Vasconcelos logo pela manhã.
O enquadramento é bastante bonito e o “garrafão”, como já foi popularmente baptizado, fica muito melhor naquele local do que no local onde estava no Centro Cultural de Belém, ganhando outra dimensão.
Agora é aguardar pela abertura da nova Praça Municipal para que os torrienses possam usufruir dessa interessante peça artística.
As fotografias aqui incluídas foram-me gentilmente cedidas pela minha colega e amiga Ana Isabel Miguel.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Quando o verdadeiro Rally de Portugal, que ainda era da TAP, passava por Torres Vedras
Nos anos 60-70, numa pequena vila como Torres Vedras, em que os ritmos dos dias eram marcados pela regularidade dos acontecimentos anuais (como a passagem do ano numa colectividade local (Operário, Grémio ou Tuna, conforme o estrato social de cada um), o Carnaval, a Procissão do Senhor dos Passos, o Festival da Canção na RTP, as fogueiras de Stº António nos vários bairros da vila, a Feira de S.Pedro, as Férias de Verão em Santa Cruz, o Natal… ), a passagem dos “bólides” do Rally TAP pelas ruas da vila era aguardado com excitação e expectativa .
Nas noites do Rally TAP, enchiam-se as duas principais artérias da vila, a Av. 5 de Outubro e a Rua Santos Bernardes.
O local mais “espectacular” era a curva de ligação entre aquelas duas artérias, frente ao Café Império, onde eram frequentes as derrapagens.
Quem quisesse um bom lugar tinha de se posicionar algumas horas antes da passagem prevista. Depois era esperar. A multidão começava a agitar-se quando se começavam a ouvir ao longe os roncos dos potentes motores, acabados de sair de Montejunto.
Era o tempo dos Lancia Fulvia, dos Morris Mini Cooper, dos Alpine Renault, dos Fiat 124 Abarth ou dos primeiros Datsuns e Toyotas.
Todos procuravam ver um Tony Fall, um Jean –Pierre Nicolas, um Bjorn Waldegaard, um Sandro Munari ou o português Francisco Romãozinho.
Havia mesmo quem procurasse entre as fabulosas máquinas que por cá passavam o carro do Michel Vaillant!
De facto o misticismo do rally tinha levado a que Jean Graton tivesse incluído numa aventura dessa personagem de Banda Desenhada o Rally TAP.
Com um pouco de sorte, um daqueles bólides parava para se abastecer numa das bombas de gasolina existentes dentro da vila, uma no final da Avenida, frente ao “Napoleão”, onde hoje fica o stand da Fiat, a outra a meio da Santos Bernardes, no local da Caixa de Crédito Agrícola, e então era a corrida para rodear o carro e conhecer os pilotos, muitas vezes estrangeiros, uma possibilidade de se contactar com um outro mundo no Portugal fechado de então, e pedir autógrafos àqueles verdadeiros deuses da miudagem.
A passagem por Torres Vedras não era uma classificativa, apenas um local de passagem entre as míticas classificativas de Montejunto e as do Gradil ou Sintra.
Mas a velocidade era vertiginosa, para os hábitos dos poucos automóveis que, em dias normais, atravessavam as pacatas ruas da vila. Existia então o chamado circuito de manutenção com controle do horário de passagem entre dois troços, e os pilotos tinham de se manter velozes para não chegarem atrasados a esse controle.
Depois o Rally, que passou a ser “de Portugal”, deixou de passar por Torres Vedras. Com um pouco de sorte podíamos ir vê-lo em Montejunto ou ao Gradil. Ainda consegui assistir a uma classificativa em Sintra, um ano antes dos trágicos acontecimentos que acabaram com essa mítica prova.
Hoje o Rally de Portugal é cada vez mais um Rally regional, longe desses tempos “heróicos”.
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domingo, 23 de maio de 2010
Um Adeus a Beto.
Só o conhecia de vista, conhecia melhor a sua esposa, mas era uma figura que contribuía para valorizar artisticamente a cidade de Torres Vedras.
Também não era um grande admirador do tipo de musica que ele interpretava, mas o Beto era um cantor com uma grande força e uma voz original e peculiar.
A morte do cantor Beto é uma grande perda para Torres Vedras e para o mundo da musica ligeira portuguesa em geral.
Até sempre Beto e prometo que vou ouvir com mais atenção a tua obra musical.
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Até Sempre José Almendro
Sem Plavras
O amigo José Luis Silveira Almendro deixou-nos.
O amigo José Luis Silveira Almendro deixou-nos.
Fiquei a sabê-lo há pouco AQUI.
Foi um dos pioneiros do aeroclube e grande entusiasta pela cultura e património de Torres Vedras.
Colaborou activamente em campanhas arqueológicas, uma das quais a do Castro do Zambujal de 1994. Por esta colaboração mereceu mesmo um rasgado elogio e agradecimento por parte dos arqueólogos que lideraram essas escavações, nesta publicação, AQUI reproduzida, e que é a nossa modesta homenagem a esse torriense.
Até Sempre amigo Almendro!
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terça-feira, 18 de maio de 2010
A propósito do dia Internacional dos Museus - O Museu Municipal Leonel Trindade na internet
A propósito da comemoração hoje do Dia Internacional dos Museus, indicamos hoje algumas páginas existentes na internet sobre o Museu Municipal Leonel Trindade.
Começamos por recordar um estudo,penso que pouco conhecido, da autoria da Drº Isabel Luna, publicado pelo ISCTE, sobre a história e os públicos frequentadores do museu torriense, e que pode ser consultado AQUI.
Também recomendamos a página da Wikipédia, AQUI, sobre o museu, escrita em alemão,mas que pode ser percorrida usando o "tradutor".
Existem ainda várias páginas sobre peças existentes no museu, sobre achados da Idade do Bronze no Barro, AQUI, sobre cerâmica romana AQUI, ou sobre as peças de cerâmica de Sacavém AQUI.
A figura de Leonel Trindade é merecedora de alguma atenção AQUI, mas continua a ser fundamental a leitura da sua biografia escrita por Cecília Travanca.
Recorde-se que hoje, durante todo o dia, está programado um vasto programa de animação do espaço do Museu Leonel Trindade. coma colaboração da Escola Secundária Henriques Nogueira.
Leonel Trindade (1903-1992) (anos 50)
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domingo, 9 de maio de 2010
Turres Veteras XIII - 14 a 15 de Maio
A não perder no próximo fim-de-semana mais uma edição de "TURRES VETERAS", que já vai na sua 13ª edição.
O tema deste ano é "A Vida Quotidiana nas Linhas de Torres Vedras", realizando-se nos Paços do Concelho com o seguinte programa:
(Clicar na imagem para ver em ponto grande)
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