Torres Vedras e a História (breves apontamentos, esboços, documentos, efemérides, estudos, fotografias, notícias...)
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Corte de crédito bancário empurra Resort Campo Real para a insolvência
Corte de crédito bancário empurra Resort Campo Real para a insolvência (clicar para ler notícia do jornal "i" de hoje).
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sábado, 9 de julho de 2011
AS LINHAS DE TORRES, Tema da reportagem principal do "Fugas" de hoje...
As Rotas das Linhas de Torres fazem parte do tema da reportagem central da suplemento do Público que sai hoje (Sábado) com o Público.
Da autoria do jornalista Carlos Pessoa, ficamos a conhecer algumas das principais rotas pelos vestígios que ainda restam dessa importante obra militar.
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Venerando António Aspra de Matos
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terça-feira, 5 de julho de 2011
Torres Vedras–Quantos Somos?
Foram publicados recentemente pelo INE os resultados preliminares do censo de 2011.
Neste momento somos quase 80 mil torrienses.
Em baixo podem ver os resultados provisórios para a totalidade do concelho de Torres Vedras:
http://www.ine.pt/scripts/flex_v10/Main.html (clicar para aceder aos resultados provisórios).
(Na imagem que aparece, como o todo nacional, colocar o nome "Torres Vedras" no registo de busca. Aparece o mapa e os dados do distrito de Lisboa. Voltar a colocar o nome "torres vedras" na busca ou clicar sobre o mapa do concelho e aparecem os resultados globais do concelho)
(Na imagem que aparece, como o todo nacional, colocar o nome "Torres Vedras" no registo de busca. Aparece o mapa e os dados do distrito de Lisboa. Voltar a colocar o nome "torres vedras" na busca ou clicar sobre o mapa do concelho e aparecem os resultados globais do concelho)
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Torres Vedras na Rede de Judiarias de Portugal
A Rede de Judiarias de Portugal lançou o sítio na Internet onde vai promover as actividades e património judaico português em três línguas, incluindo o hebraico.
A Rede de Judiarias de Portugal é constituída pelos municípios de Freixo de Espada a Cinta, Lamego, Trancoso, Guarda, Belmonte, Penamacor, Castelo de Vide, Tomar e Torres Vedras. Fazem ainda parte do organismo as entidades de turismo do Algarve, Alentejo, Oeste, Lisboa e Vale do Tejo, Serra da Estrela e Douro, assim como a Comunidade Judaica de Belmonte.
A Rede de Judiarias de Portugal é constituída pelos municípios de Freixo de Espada a Cinta, Lamego, Trancoso, Guarda, Belmonte, Penamacor, Castelo de Vide, Tomar e Torres Vedras. Fazem ainda parte do organismo as entidades de turismo do Algarve, Alentejo, Oeste, Lisboa e Vale do Tejo, Serra da Estrela e Douro, assim como a Comunidade Judaica de Belmonte.
www.redejudiariasportugal.com
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
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domingo, 26 de junho de 2011
Pedras Rolantes: O "último (!) Crime" de José Sócrates: Estudo entregue à "troika"propõe fecho de 800 km de linha férre.
Pedras Rolantes: O "último (!) Crime" de José Sócrates: Estudo entregue à "troika"propõe fecho de 800 km de linha férrea.
Entre as linhas a encerrar, está o troço da linha do Oeste entre Torres Vedras e o Louriçal (próximo da Figueira da Foz)...
Entre as linhas a encerrar, está o troço da linha do Oeste entre Torres Vedras e o Louriçal (próximo da Figueira da Foz)...
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
Feira de S. Pedro abre hoje com mais de 350 expositores
Jornal Oeste Online - Feira de S. Pedro abre com mais de 350 expositores (clicar para ler notícia).
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terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
S: Gonçalo de Lagos, padroeiro de Torres Vedras e da escola com o mesmo nome, recordado em brochura
No contexto do 650.º aniversário do nascimento de Gonçalo e aproximando-se o 600.º aniversário da sua entrada no Convento de Nossa Senhora da Graça de Torres Vedras, o município de Torres Vedras e a Escola 2.3 de São Gonçalo promoveram ontem o lançamento da brochura «S. Gonçalo de Lagos: Patrono da Escola de S. Gonçalo: Torres Vedras»
Esta é a terceira brochura editada pelo município torriense dedicada aos patronos das escolas torrienses (já foram editadas as dedicadas a Madeira Torres e Henriques Nogueira).
Nascido em 1360 na localidade algarvia de Lagos, o mais correctamente designado Beato Gonçalo, era filho de pescadores do atum e desde cedo revelou vocação religiosa, na sua solidariedade para com o pobres, com quem repartia o atum das dornas de seu pai, acto que está ligado aos primeiros milagres que lhe foram atribuídos, pois muitos diziam que, depois de distribuir o peixe, encontravam as barricas sempre cheias, como se delas nada se tivesse retirado.
Certo dia, partiu de barco com uns seus parentes para Lisboa, onde ingressou no Convento da Graça, da ordem dos Eremitas de Santo Agostinho. A sua inteligência tornou-o notado pelos seus superiores que, depois do noviciado, o mandaram frequentar as Escolas Gerais Universitárias, então instaladas próximas daquele mosteiro.
A sua humildade levou-o a recusar doutorar-se em Teologia, preferindo ficar apenas como prégador.
Foi prior do Mosteiro da Graça de Santarém, do Convento de S. Lourenço dos Francos e do Convento da Graça de Lisboa. Finalmente, em 1412, tornou-se Prior do Convento da Graça de Torres Vedras.
Este convento era tão pobre, que o próprio frei Gonçalo “tinha de andar de alforges às costas a pedir esmolas para manter os seus irmãos exercendo, sempre que necessário, outras funções, como as de “porteiro, de cozinheiro e sempre de enfermeiro para auxiliar os doentes, missão de que não prescindia”.A sua cama era “um molho de vides, sem travesseiro nem cobertores, vides que eram renovadas todos os anos pelas colheitas”. Dormia muito pouco e levava o tempo que lhe restava “em oração e penitência”.
“Para uma melhor e mais eficiente evangelização S. Gonçalo sentava-se todos os dias ao pôr do sol à porta do seu convento, por onde passavam os trabalhadores que vinham dos campos e muitos dos que exerciam as suas profissões na vila, para lhes dar conselhos salutares e ensinar-lhes a Doutrina Cristã. A porta do seu convento de Torres Vedras era a sua cátedra (...).”
“Nas suas visitas pelos montes e casas, pedindo auxílio para o seu convento de Torres Vedras, sentava-se nos bancos existentes à porta das residências, certamente em alvenaria, onde aproveitava a oportunidade para ensinar a doutrina cristã e dar bons conselhos, regressando muitas vezes apenas com alguns bocados de pão e pouco mais, mas sempre alegre e contente, dando graças a Deus.
“Diz-se que todos muito se honravam por possuirem os bancos onde o Santo Prior se sentava”.
“Sendo Prior do Convento da Graça de Torres Vedras e realizando-se em 1413 o Capítulo Provincial no seu Convento (...), em face da pobreza da casa viu-se na necessidade de se deslocar a Lisboa a pedir uma esmola ao Arcebispo D. João Escudeiro, seu antigo aluno das primeiras letras. (...) O arcebispo em face de semelhante pedido e de quem o fazia (...), ordenou que lhe dessem tudo o que quisesse, mas S. Gonçalo limitou-se aos pães que os alforges podiam comportar e encheu uma pequena almotolia de azeite e uma borracha de vinho, o que podia conduzir a pé de Lisboa a Torres Vedras.
“E partiu contente, como sempre, dando graças a Deus pelo que tinha obtido do seu grande amigo.
“Porém, o arcebispo enviou-lhe, seguidamente, azémolas carregadas de pão, vinho, carnes, pescado e tudo o que fosse necessário para o funcionamento do Capítulo, ficando o referido prelado edificado com a atitude humilde de S. Gonçalo de Lagos”.
Neste convento viveu os seus últimos anos de vida, aí falecendo em 15 de Outubro de 1422.
Logo após a morte de S. Gonçalo, a nobreza de Torres Vedras instituiu uma confraria que se encarregava de realizar anualmente uma festa em honra do beato, “havendo também nesse dia, uma grande feira” a que vinha gente “de muitas partes do reino; e do Algarve vinham muitos devotos com suas ofertas”.
Após a sua morte, continuaram a ser-lhe atribuídos muitos milagres, correndo veloz a sua fama, pelo que, à “sua sepultura, no Convento da Várzea Grande, (...) ía imensa gente de toda a parte e, como a afluência fosse muita e o presbitério onde o corpo do Santo se encontrava fosse pequeno, perturbando tal afluência a celebração do Santo Sacrifício da Missa, resolveu a comunidade do convento colocar as relíquias de S. Gonçalo dentro de um arco, na capela onde estava sepultado, do lado do Evangelho, “em rico cofre fechado com duas chaves”.
Mas como os fiéis continuavam as visitas à antiga sepultura, “para dela tirarem terra como relíquia, (...) foi forçoso tirar aquela terra para fora do presbitério, para o que fizeram um túmulo pequeno em pedra, com um buraco em um dos topos para os devotos tirarem terra e meterem os pés e os braços doentes”.
Construindo-se no século XVI um novoconvento, foram aqueles restos mortais trasladados para o novo edifício em 5 de Agosto de 1559. O velho túmulo de pedra só seria levado para o novo convento em 1570.
Antes, e por sugestão de D. João II de 26 de Setembro de 1495, a Câmara de Torres elegeu, no dia 13 de Outubro desse ano, o beato Gonçalo como padroeiro e defensor da vila e concelho de Torres Vedras.
Durante o domínio Filipino o culto a S. Gonçalo entrou em declínio, sendo recuperado após a Restauração. Por drcreto do Papa Pio IV, datado de 27 de Março de 1778, Frei Gonçalo seria finalmente beatificado.
( baseado em: J. Fernandes Mascarenhas, Páginas Gonçalinas(...), Vila Real de Santo António, 1979).
O Beato Gonçalo, Precursor da Pedagogia Moderna ?
“(...) Se há faceta da rica e multiforme personalidade de São Gonçalo de Lagos que se evidencie bem nas crónicas da sua vida terrena esta da sua vocação de educador é uma delas; e parece-me (...) que, a par da sua edificante humildade e da sua extrema caridade, é a sua vocação de educador de adultos e crianças o que mais avulta na biografia desta grande figura medieval portuguesa (...).
“Nesse tempo - primeiro quartel do século XV -, o ensino em Portugal, exclusivamente a cargo da Igreja, ministrava-se já em não poucas escolas (...) e dada a importância política da vila de Torres Vedras nesse tempo, dado mesmo que o seu mosteiro agostiniano já então era considerado (...) como viveiro de varões ilustres (...) é possível que o povo torriense disfrutasse o privilégio de uma escola paroquial, quem sabe se funcionando no próprio convento de que S. Gonçalo era (...) prior. Em qualquer caso, pelo menos funcionaria já então, na igreja paroquial de Torres Vedras, aquilo que (...) com outro nome, corresponderia ao que hoje chamamos uma Catequese; e em que (...) se ensinaria práticamente quase o mesmo que nas escolas paroquiais, visto ser exactamente pelo Catecismo que se aprendiam as primeiras letras. (...) Os pedagogos quinhentistas, para fazerem a criança pensar, proceder, comportar-se e aprender tal como se homem fosse, tinham de forçá-la por uma disciplina férrea e por vezes brutal, capaz de reprimir tudo o que nela não fosse próprio de um homem (...) capaz de impedir a alegria e o próprio riso, já que a sisudez era uma característica do homem de brios e de saber, e até as simples brincadeiras ou jogos, que são, ao fim e ao cabo, exercício indispensável ao desenvolvimento físico-psíquico do indivíduo e mesmo à formação da personalidade.
“(...) S. Gonçalo de Lagos, que na sua infância possivelmente frequentara a Catequese desta sua terra natal e seguira depois, jovem ainda, estudos escolares em Lisboa (...), se não fora educado e instruído em tais métodos, não os devia pelo menos ignorar ou desconhecer, quando se fez catequista do povo torrense; mas, seriam esses, também os métodos que ele próprio usava no seu ensino, sobretudo no ensino de crianças que absorveu por completo os últimos dez anos da sua vida terrena? (...) Ácerca da actividade educativa de São Gonçalo de Lagos, recolho, sem dificuldade,(...) o seguinte: (...) as suas lições de catequese às crianças eram, como diz um daqueles cronistas,” familiares e acomodadas às suas idades”.
“- Conhecendo que “para as crianças toda a coisa de siso é desgostosa”, ao que afirma outro cronista, “para que não fugissem dele, trazia sempre as mangas do hábito cheias de pedaços de pão e de fruta e de outras coisas com que os pequenos folgavam”.
“- E trazia também, garante outro cronista, “verónicas, contas e registos que ele mesmo debuxava (desenhava) com os meninos, nos retalhos de pergaminho que lhe sobravam dos livros de coro, e dando-lhes esses mimos, porque lhes ansinava depois as orações e devoções (...)”.
“- E as crianças, acrescenta o mesmo cronista, mal o viam na rua, logo (...) se juntavam a brincar com ele, como se fora outro da sua idade, (...) fazendo travessuras, as quais consentia o Servo de Deus(...), sofrendo todas as momices dos meninos, à conta de lhe sofrerem seus sisos e ensino”.
“Nestas poucas palavras (...) está (...) aquilo a que hoje poderiamos chamar o método de ensino de São Gonçalo de Lagos; está também, sem dúvida nenhuma, uma autêntica,(...) “revolução” nos métodos de ensino da sua época .(...)Afinal São Gonçalo de Lagos já opunha a educação pelo amor à educação pelo temor (...)”.
( Antero Nobre, “S. Gonçalo de Lagos, Precursor Medieval dos Pedagogos Modernos”, in Iº Colóquio Gonçalino, Lagos 1962, pp. 84 a 88).
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S.Gonçalo de Lagos
domingo, 5 de junho de 2011
TORRES VEDRAS - Legislativas 2011 - Resultados no Território Nacional
Legislativas 2011 - Resultados no Território Nacional (resultados do concelho de Torres Vedras).
Clicar no mapa, no distrito de Lisboa, depois no mapa do concelho de Torres Vedras e, finalmente, podem ver freguesia a freguesia, clicando no respectivo mapa.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
TORRES VEDRAS, um Concelho com boas praias: Quercus Portugal tem 286 praias com qualidade de ouro
Quercus Portugal tem 286 praias com qualidade de ouro - Expresso.pt (clicar para ler notícia e ver a lista das praias premiadas).
Torres Vedras está entre os 10 concelhos do país com melhores praias, segundo a Quercus.
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Venerando António Aspra de Matos
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
TURRES VETERAS - XIV - História da Saúde e das Doenças - Torres Vedras, 20 e 21 de Maio
Encontro Internacional
TURRES VETERAS XIV
História da Saúde e das Doenças
Torres Vedras
20 e 21 de Maio de 2011
Auditório Paços do Concelho
PROGRAMA
Dia 20 de Maio de 2011
(Sexta-Feira)
09h.00 – Recepção dos Participantes
09h.30 - Cerimónia de Inauguração
10h.00 – Comunicação
História dos sistemas e das políticas de saúde
Constantino Sakellarides (ex-Director Geral da Saúde e actual Director da Escola Nacional de Saúde Pública)
10h.30 – Comunicação
História da medicina e do pensamento médico
Manuel Valente Alves
(Director do Museu de Medicina da Faculdade de Medicina de Lisboa)
11h.00 – Comunicação
Assistência aos doentes na Idade Média
José Varandas
(Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
11h.30 – Comunicação
A medicina castrense durante a Idade Média
Pedro Gomes Barbosa
(Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
12h.00 – Debate
13h.00 – Almoço
15h.00 – Comunicação
A Pneumónica de 1918 e o seu impacto no concelho de Torres Vedras
Venerando de Matos
15h.30 – Comunicação
Venerando de Matos
15h.30 – Comunicação
A doença entre poderes paralelos: Câmara Municipal e Misericórdia
Célia Reis
16h.00 – Comunicação
A Mortalidade Infantil na Casa Real Portuguesa (séculos XII-XVIII)
Paulo Drumond Braga
(Instituto Almeida Garrett)
16h.30 – Debate
17h.00 – Intervalo
17h.30 – Comunicação
Salud, forma física y enfermedad en Lord Byron
Agustín Coletes
(Universidade de Oviedo)
18h.00 – Comunicação
Medicamentos e cosméticos em Portugal na primeira metade do século XX: do tratamento das doenças dos nervos à conservação da beleza
João Rui Pita; Joana Sá Ferreira
(Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra)
18h.30 – Comunicação
Medicina, Higiene e Cosmética na Publicidade do Badaladas: 1948-1958
Isabel Drumond Braga
(Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
19h.00 – Debate
Dia 21 de Maio de 2011
(Sábado)
10h.00 – Comunicação
Da Arte de Enfermeiro". Escola de Enfermagem Dr. Ângelo da Fonseca (1881-2004): aspectos da sua história
Ana Isabel Pires da Silva
10h.30 – Comunicação
A deficiência é uma doença?
Francisco Carvalho
(Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa)
11h.00 – Debate
11h.15 - Intervalo
11h.30 – Comunicação
Consciência Sanitária em Portugal nos séculos XVIII e XIX
João Cosme
(Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
12h.00 – Comunicação
Política de implantação de escuelas para regeneração moral e social numa comarca do Norte da Extremadura espanhola nos sécs. XVIII e XIX
José Pablo Blanco Carrasco
(Universidade da Extremadura
Cáceres)
12h.30 - Debate
13h.00 – Almoço
15h.00 – Comunicação
A Alimentação dos Enfermos nos Hospitais de Coimbra: séculos XVIII e XIX
Maria Antónia Lopes
(Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
15h.30 – Comunicacao
Saúde, saúde pública e determinantes de saúde – no fio do tempo
Teodoro Briz
(Escola Nacional de Saúde Pública)
16h.00 - Intervalo
16h.30 – Comunicação
Doenças raras: uma visão contemporânea
Luís Nunes
(Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa)
17h.00 – Debate
17h.30 - Encerramento
Lançamento das Actas
Turres Veteras XIII: A vida quotidiana nas Linhas de Torres Vedras
COMISSÃO DE HONRA
O Presidente dos conselhos Directivo e Científico da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
António Maria Maciel de Castro Feijó
O Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras
Carlos Manuel Soares Miguel
A Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras
Ana Umbelino
O Presidente da Turismo Oeste
Dr. António Carneiro
COMISSÃO EXECUTIVA
Pedro Gomes Barbosa (Presidente)
António Balcão Vicente
Carlos Guardado da Silva
Cecília Travanca
Célia Reis
Isabel Drumond Braga
João Cosme
Maria Manuela Catarino
Pedro Marujo do Canto
Sandra Rodrigues Silva
Vasco Gil Mantas
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ORGANIZAÇÃO
Câmara Municipal de Torres Vedras
&
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
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sábado, 14 de maio de 2011
Iniciativa Legislativa de Cidadãos - Lei contra a Precariedade
No âmbito da Iniciativa Legislativa de Cidadãos, promovida pelos grupos cívicos M12M, Ferve, Precários Inflexíveis, Geração à Rasca - Porto e Plataforma dos Intermitentes dos Espectáculo e do Audiovisual, um grupo de cidadãos do Oeste (Geração à Rasca - Oeste) vai no próximo dia 21 em Torres Vedras recolhar assinaturas para levar à discussão e aprovação na Assembleia da República a " Lei Contra a Precariedade ". Para mais informações ver http://www.leicontraaprecariedade.net/.
Saiba o que é, como se forma, e como pode ser aplicada a Iniciativa Legislativa de Cidadãos em http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/LeiIniciativaLegislativaCidadaos.aspx.
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quinta-feira, 12 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
É HOJE LANÇADA A SEGUNDA EDIÇÃO DE "TORRES VEDRAS ANTIGA E MODERNA"
É HOJE O LANÇAMENTO DA SEGUNDA EDIÇÃO DO LIVRO DE JÚLIO VIEIRA, "TORRES VEDRAS ANTIGA E MODERNA".
ESTA OBRA FUNDAMENTAL DA HISTORIOGRAFIA TORRIENSE FOI EDITADA PELA PRIMEIRA VEZ EM 1926 E DESDE HÁ MUITO QUE SE ENCONTRAVA ESGOTADA.
JULIO VIEIRA, UMA DAS FIGURAS MAIS ACTIVAS DA VIDA JORNALÍSTICA, POLÍTICA, ECONÓMICA E CULTURAL DO PRIMEIRO QUARTEL DO SÉCULO XX, FALECEU POUCO DEPOIS DA EDIÇÃO DESTA OBRA QUE, JUNTAMENTE COM A OBRA DE MADEIRA TORRES, ESCRITA CERCA DE CEM ANOS ANTES, COM UMA REEDIÇÃO ANOTADA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX , CONTRIBUIU PARA A CONSTRUÇÃO DO IMAGINÁRIO HISTÓRICO DA IDENTIDADE TORRIENSE.
ESTA SEGUNDA EDIÇÃO FOI ANOTADA POR CARLOS GUARDADO SILVA E POR OUTRO AUTOR TORRIENSE, E O SEU LANÇAMENTO VAI CONTAR COM A PRESENÇA, PARA A APRESENTAR, DE D. MANUEL CLEMENTE.
ESSA SESSÃO TERÁ LUGAR LOGO PELAS 18 HORAS NOS PAÇOS DO CONCELHO.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Ensemble de Arcos actuam 6ª feira no Teatro-Cine
Do Amor e do Diabo
Concerto com projeção de imagem
Sexta-feira, 6 de Maio de 2011, ás 21.30h, no Teatro Cine de Torres Vedras:
programa:
I. Stravinsky (1882-1971)
Suite História do Soldado (redução de I.Stravinsky para Clarinete, Violino e Piano)
I. Marcha do Soldado
II. O Violino do Soldado
III. Pequeno Concerto
IV. Tango - Valsa
V. A Dança do Diabo
N. Côrte-Real (1971-)
Largo Intimíssimo, op.29
J. Brahms (1833-1897)
Quarteto para piano e cordas nº2 em Lá Maior, op.26
I. Allegro non troppo
II. Poco adagio
III. Scherzo. Poco allegro
IV. Finale. Allegro
Os Ensemble Darcos são:
Fausto Corneo – clarinete
Gaël Rassaert – violino
Reyes Gallardo – viola
Filipe Quaresma – violoncelo
Helder Marques – piano
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
Torres Vedras também está na "Legislação Régia".
Está disponível, a partir de hoje, no site do Parlamento, toda a legislação régia portuguesa publicada entre 1603 e 1910.
Basta clicar em : Legislação Régia.
Colocando depois a palavra "Torres Vedras" na pesquisa podemos aceder a uma série de documentação oficial relacionada com esta cidade.
OBRAS PARADAS NA HENRIQUES NOGUEIRA: Novopca entra em processo de insolvência
(Fotografia de Ana Isabel Miguel)
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