Torres Vedras e a História (breves apontamentos, esboços, documentos, efemérides, estudos, fotografias, notícias...)
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Chafariz dos Canos - "Pedaços"
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Venerando António Aspra de Matos
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Manifestação no Externato de Penafirme contra medidas do Governo
País - Manifestação no Externato de Penafirme contra medidas do Governo - RTP Noticias, Áudio (seguir em directo a manifestação, clicando na frase)
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Venerando António Aspra de Matos
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domingo, 28 de novembro de 2010
SOLIDÁRIOS COM A ESCOLA DE PENAFIRME
A NOTÍCIA FOI DIVULGADA PELA LUSA, NO PASSADO DIA 24 de NOVEMBRO:
"Torres Vedras: Manifestação "abraça" Externato de Penafirme para evitar o seu encerramento
24 de Novembro de 2010, 16:42
"Torres Vedras, Lisboa, 24 nov (Lusa)- As associações de pais e alunos do Externato de Penafirme, concelho de Torres Vedras, anunciaram hoje que vão organizar terça feira um abraço à escola para protestarem contra os cortes no financiamento que podem levar ao seu encerramento.
"Queremos reunir cerca de três mil pessoas, entre alunos, funcionários docentes e não docentes, pais e comunidade em geral para conseguirmos fazer um cordão de mãos dadas à volta dos muros para darmos um abraço ao Externato", disse o presidente da associação de pais, Paulo Gonçalves.
Os participantes vão concentrar-se antes pelas 08:30 no campo de futebol da escola para através de uma moldura humana escreverem a expressão "Externato de Penafirme", iniciativa que vai ser fotografada por via aérea".
Foi uma das primeiras escolas onde dei aulas. Depois foram muitas as ocasiões em que colaborei com essa escola, uma escola que tem sido fundamanetal para gerações de alunos deste concelho e onde tenho bons e grandes amigos.
Por razões profissionais não vou poder estar presente na manifestação de terça-feira, mas daqui envio um abraço de solidariedade para alunos, funcionários e professores dessa escola.
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Venerando António Aspra de Matos
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sábado, 20 de novembro de 2010
CARLOS GUARDADO LANÇA HOJE O LIVRO "Um País Silencioso - uma história das Linhas de Torres"
Pela descrição penso que este é um livro de ficção histórica.
O seu autor, Carlos Guardado Silva, investigador e autor de várias obras de história, principalmente sobre a Idade Média, é igualmente responsável pela qualidade que o Arquivo Histórico de Torres Vedras conquistou nos últimos anos.
Hoje, pelas 18 horas, nos Paços do Concelho, é lançada a sua mais recente obra, UM PAÍS SILENCIOSO - Uma História das Linhas de Torres, passado no tempo das "Invasões Francesas".
Carlos Guardado aventura-se por outras épocas e outros estilos.
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Venerando António Aspra de Matos
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
Concerto de encerramento das Comemorações do Bicentenário das Linhas de Torres
Um concerto a não perder este Sábado, 20 de Novembro às 21:30 no Teatro-Cine de Torres Vedras.
Com este concerto dá-se o encerramento das comemorações do Bicentenário das Linhas de Torres Vedras.
No programa oficial de divulgação desse evento podemos conhecer um pouco melhor o que vai ser esse concerto:
“Neste concerto de encerramento das Comemorações, serão ouvidas duas obras intimamente ligadas às invasões francesas: a Sinfonia nº 3, em Mi b Maior, opus 55, de Ludwig van Beethoven, composta em 1803 para 'festejar a recordação de um grande Homem' (palavras escritas em epígrafe pelo punho do próprio compositor, que no desejo de dedicar a obra a Napoleão, depois do acto invasivo a retirou veementemente), e a estreia absoluta da Oratória Popular, opus 40, de Nuno Côrte-Real, obra encomendada pelo Município de Torres Vedras no intuito de comemorar o Bicentenário das Linhas. de Torres Vedras.
“A obra em estreia é baseada nas tradições musicais da Estremadura, e tem como textos fragmentos e pequenos excertos de cartas, poesia e outros documentos da época das invasões; foi escrita para orquestra, coro e solistas, e usa as famosas gaitas-de-fole típicas da região, promovendo assim não só uma sonoridade específica, como também uma cultura ainda viva.
“O concerto contará com a presença da Orquestra do Norte, o Coro Sinfónico Lisboa Cantat, o aclamado pianista Filipe Pinto Ribeiro, o tenor João Rodrigues, o ator Jorge Sequerra, o Grupo de Gaiteiros da Estremadura, e terá direção musical de Nuno Côrte-Real”.
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Venerando António Aspra de Matos
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Há Duzentos Anos - As tropas de Massena retiravam-se das suas posições frente às Linhas de Torres Vedras
“(...) Na manhã de 15 de Novembro o posto avançado britânico notou que os lúgubres sentinelas tinham-se tornado estranhamente rígidos; um exame mais de perto mostrou que eram feitos de palha. Os franceses tinham-se retirado durante a noite a coberto do nevoeiro.”
(citada por A.H.Norris e R.W. Bremner, The Lines of Torres Vedras, Lisboa 1986, p.19, segundo tradução de Thomas Croft de Moura).
Passam hoje duzentos anos sobre a retiradas dos franceses da sua situação frente às Linhas de Torres, mantida durante pouco mais de um mês.
Iniciava-se assim a retirada do exército francês de Portugal e as Linhas de Torres Vedras entravam definitivamente na História.
Para comemorar essa data, resolvemos reproduzir aqui parte de uma colecção de gravuras inglesas que retratam, por vezes de forma fantasiosa, as Invasões Francesas na região de Torres Vedras .
A sua autoria é atribuída a vários gravadores ingleses, Landmann, W. Hesth e Viviane e foram reproduzidas num calendário editado nos anos 60 pela Casa Hipólito.
Os originais dessas gravuras pertenciam a António Hipólito Júnior.
Esta Gravura mostra a entrada das tropas francesas, por de sul nesta gravura, em Torres Vedras, em 1808.
A gravura é algo fantasiosa. Nessa altura ainda não existia o forte de S. Vicente, o maior das linhas de Torres, avistado ao fundo. O Castelo parece exageradamente alto. É visivel o Convento da Graça, à direita.
Esta Gravura reproduz com muita fidelidade a vila de Torres Vedras, vista da zona do actual tribunal, na várzea. O forte de S. Vicente é igualmente visivel.
Esta gravura reproduz a Batalha da Roliça de 17 de Agosto de 1808.
Cena da Batalha do Vimeiro em 21 de Agosto de 1808
Vista de Torres Vedras, a partir do norte. Onde estão as árvores é hoje o Choupal.
Gravura algo fantasiosa de uma vista de Torres Vedras, vista de Nordeste.
Entrada dos negociadores franceses no Vimeiro, após a derrota das suas tropas. O edifício com a varanda, ao fundo à esquerda, ainda existe, sem o telheiro.
Cena da Batalha do Vimeiro
Cena da Batalha do Vimeiro
domingo, 14 de novembro de 2010
Ainda a propósito do Terramoto de 1755 e do seu impacto no concelho de Torres Vedras.
Ainda a propósito do impacto do Terramoto de 1755 em Torres Vedras, recebi do meu amigo João Flores Cunha vários documentos, por si recolhidos nos registos paroquiais deste concelho, que reforçam a ideia, que ele já tinha desfeito em ocasião anterior, de, ao contrário do que davam a entender as memórias paroquiais de 1758, afinal ter havido vários mortos neste concelho provocados por esse acontecimento.
Transcrevo em seguida esses documentos que o meu bom amigo e investigador da história local, João Flores da Cunha, me fez chegar por e-mail:
“MATACÃES
"LO2 flª 89
"Em o primeiro de Novembro de mil setecentos e sincoenta e sinco anos no lugar da Ordasqueira freguesia de Nossa Senhora da Oliveira de Matacães termo de Torres Vedras faleceu repintinamente debaixo de uma parede que caiu com o terramoto do dito dia sem sacramentos Plácida filha de Francisco Ferreira canteiro e de sua mulher MariaTeresa do dito lgar da Ordasqura e aos dois do dito mes foi sepultada dentro da Igreja de Nossa Senhlora da Oliveira sua freguesia de quea fiz este assento dia mes e anno est supra" Cura o Beneficiado Matias da Costa Freixes(?).
"TURCIFAL
"LO4 flª1
" Ao primeiro dia do mes de Novembro de mil setecentos e sincoenta e sinco anos no lugar de Casal de Barbas desta freguesia de Santa Maria Magdalena do lugar Turcifal termo da vila de Torres Vedras do Patriarcado no conflito do Terramoto sem sacramentos falleceo Maria de Almeida viúva de Manoel da Cruz de Torres Vedras, foi amortalhada em um lançol, e sepultada no adro desta Igreja de que fiz este assento dia era est supra" O vigário Caetano Franco.
" Ao primeiro dia do mes de Novembro de mil setecentos e sincoenta e sinco anos no Casal da Biscondeça desta freguesia de Santa Maria Madalena do lugar do Turcifal termo da vila de Torres Vedras do Patriarcado, no conflito do Terramoto, sem sacramentos falleceo Maria de Oliveira cazada com Bartolameu Simões foi amortalhada no habito de S. Francisco, de seis Padres de todas as confrarias e da Irmandade do Santissimo de que era irmã, e sepultada no adro desta Igreja de que fiz este assento dia era est supra" O vigário Caetano Franco.
"O registo seguinte, com a mesma data, é de Ana, filha de Bartolomeu Simões e de Maria de Oliveira do Casal da " Biscondeça". Apesar do registo não fazer referências ao terramoto, é de presumir que o óbito se devesse a tal.
"As Igrejas de Matacães e do Turcifal não deveriam ter sofrido grandes estragos com o terramoto já que há registos de inumações nos carneiros de ambas, 1 de Novembro na do Turcifal (um outro registo que não tem a ver com o sismo) e a 2 na de Matacães.
"Um abraço
"João Flores Cunha”
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Antigas Máquinas Agrícolas Da Região de Torres Vedras
Por ocasião das festas da cidade já se tornou habitual apresentar em exposição um conjunto de antigas máquinas agrícolas utilizadas na região, algumas ainda em funcionamento.
Mostramos aqui algumas dessas máquinas, aqui num conjunto de fotografias do primeiro ano em que essa exposição se realizou, penso que há dois anos atrás:
VER MAIS AQUI
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Venerando António Aspra de Matos
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11:27
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