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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Duas obras fundamentais sobre a história política local vão ser apresentadas no próximo Sábado



O Engº José Damas Antunes acaba de editar duas obras fundamentais para a história local e regional, uma intitulada “Contributo Para História do PSD Na Área Oeste – 1974-2014”, e outra “40 anos de Democracia – O PPD/PSD de Torres Vedras”, ambas as obras editadas para assinalar o 40º aniversário da fundação do PPD/PSD.

O primeiro desses títulos é mais abrangente, geograficamente , mas demonstra a importância do concelho de Torres Vedras para a firmação daquele partido na região.

Esta obra reúne uma vasta documentação sobre esse partido, recolhendo depoimentos de todos os presidentes e ex-presidentes vivos  da distrital da área Oeste do PSD, uma recolha fundamental para conhecer a história desse partido, e, numa segunda parte, reúne histórias e factos que, cronologicamente, marcaram a história política regional.

O livro faz um levantamento exaustivo de todos os nomes daqueles que contribuíram para a afirmação política do PSD, participando em vários estruturas políticas existentes.

No segundo daqueles títulos, Damas Antunes recolhe todos os dados possíveis para construir a história daquele partido no concelho de Torres Vedras, recolha tanto mais importante  quanto, e nas palavras do autor, “Torres Vedras foi a base de partida para a implantação do PPD no Oeste” (pág.9).

Nesta segunda obra, mais documental e menos analítica do que na primeira, revela-se mais uma vez o cuidado do autor em não deixar de fora factos e documentos essenciais para um conhecimento exaustivo da base social e humana que esteve por detrás da história do PPD/PSD neste concelho.

José Damas Antunes alia, nestas duas obras, o seu grande conhecimento sobre o funcionamento do partido, onde tem exercido um papel activo em termos locais e regionais , com o rigor e objectividade da investigação histórica, área onde já revelou experiência através da autoria de estudos sobre a freguesia de Campelos.

José Damas Antunes, recorde-se, é um raro exemplo de um político dedicado a uma causa em que acredita, profissionalmente competente, com uma cultura vasta, homem dedicado às questões ambientais,  tolerante e  dialogante com os adversários , na nossa opinião um dos últimos sociais-democratas daquele partido.

Este trabalho de Damas Antunes vem alertar-nos para a necessidade de, ultrapassados os 40 anos de regime democrático, aparecerem outros trabalhos sobre outros partidos e movimentos políticos com impacto local e regional, recolhendo depoimentos e documentos que o tempo pode fazer desaparecer.

As duas obras de Damas Antunes, depois de terem já sido lançadas formalmente em acções internas daquele partido, passam a estar acessíveis ao público em geral no próximo Sábado, com o seu lançamento na sede da Papelaria União, conforme convite reproduzido em baixo.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A "Revista de Artilharia" e a Guerra Peninsular

Interessante estudo bibliográfico sobre o uso de Artilharia na  Guerra Peninsular AQUI

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

D. Manuel Clemente recebe o Prémio Pessoa de 2009.


Após vários dias reunido no Palácio de Seteais, em Sintra, o júri do prestigiado Prémio Pessoa decidiu atribui-lo este ano a D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, natural de Torres Vedras.



"Em tempos difíceis como os que vivemos actualmente, D. Manuel Clemente é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo", declarou o júri do prémio, presidido por Francisco Pinto Balsemão, acrescentando que a “sua intervenção cívica tem-se destacado por uma postura humanística de defesa do diálogo e da tolerância, do combate à exclusão e da intervenção social da Igreja”.


O Prémio distingue a intervenção "na vida cultural e científica do país" já tendo distinguido o historiador José Mattoso (primeira edição, em1987), a pianista Maria João Pires (1989), o escritor José Cardoso Pires (1997), o arquitecto Souto Moura (1998), o investigador Sobrinho Simões (2002) e o constitucionalista Gomes Canotilho (2003).


Em 22 anos de História desse Prémio é a primeira vez que ele é atribuído a um membro da Igreja Portuguesa.


Para quem, como o autor destas linhas e muitos outros torrienses, conhece o percurso humano, intelectual e religioso de D. Manuel Clemente não se surpreende com a justiça da atribuição desse prémio.


D. Manuel Clemente está muito ligado a Torres Vedras, não apenas porque aqui nasceu no dia 16 de Julho de 1948, mas porque sempre revelou um apreço muito grande pelos habitantes deste concelho.


Uma faceta talvez menos conhecida por parte de quem apenas o conhece da vida pastoral é a sua importante obra historiográfica, tendo marcado uma ruptura na historiografia regional torriense com o seu estudo, que foi a sua tese de licenciatura em História na Faculdade de Letras de Lisboa em 1974, intitulado “Torres Vedras e o seu termo no primeiro quartel do século XIV”.


Tendo posteriormente publicado muitas outras obras fundamentais e inovadoras para a História da Igreja em Portugal, continuou sempre, com regularidade, a publicar ou a conferenciar sobre a história local de Torres Vedras.


Deste seu trabalho de investigação sobre história local resultou a edição da obra “História e Religião em Torres Vedras” editada pela Grifo em 2004, onde se reúnem esse seu trabalho de três décadas.


A sua humildade e o seu amor pela terra natal levaram-no a oferecer os lucros com a venda desta obra para ajudar ao restauro da Igreja da Graça, “grande e belo símbolo, plástico e pastoral, da tradição cristã da cidade e seu concelho”.


Para quem o não o conhece e fique surpreendido com o Prémio que agora lhe foi atribuído, posso garantir que D. Manuel Clemente ainda nos vais surpreender mais vezes.


Para o amigo Manuel Clemente um abraço de felicitações.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Lançamento do Livro "Freguesia de Carvoeira - A História e seu Património" de Fernando Sá.




Este Domingo , pelas 16 horas, vai ser lançado publicamente, na Carvoeira, o livro “Freguesia de Carvoeira –A História e o seu Património” da autoria de Fernando Pereira Sá.


Esta é a quarta obra desse autor autodidacta sobre as freguesias do Concelho de Torres Vedras.

Anteriormente já tinha dado à estampa o levantamento histórico, cultural e iconográfico das freguesias do Turcifal, de Monte Redondo e de Dois Portos. O autor já iniciou o levantamento para a sua próxima obra, desta vez dedicada à Freguesia de S. Domingos de Carmões.

A sua obra, tendo por base um exaustivo levantamento fotográfico aldeia a aldeia, tem o mérito de registar para a posteridade a imagem dos lugares mais recônditos, e por vezes mais esquecidos, do nosso concelho.

Outra vantagem é que a facilidade de comunicação do autor com os populares, leva a que estes lhe confiem muitos dados da tradição oral da sua família ou do seu lugar que podem ser uma boa base de partida para futuros trabalhos de investigação no campo da etnografia e da história da cultura popular e rural.

Quem, estudando outras épocas remotas, não lamenta que não tenha havido um “Fernando Sá” na Idade Média ou no século XIX, que nos tivesse deixado o registo de tantos mundos perdidos?

Parte do mérito da obra de Fernando Sá só poderá ser devidamente avaliada no futuro, depois de muitas das histórias e imagens que recolheu voltarem ao esquecimento. Nessa altura, os historiadores do futuro têm aqui uma boa base para conhecerem essa ruralidade perdida.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

FICHA DE BIBLIOGRAFIA VEDROGRÁFICA: "Jubileu do Collegio do Barro - 1860-1910"

Ficha bibliográfica





Título: Jubileu do Collegio do Barro – 1860-1910 – Noticia Historica de Sua Fundação e Ministerios Até o Anno Presente

Autor: CORDEIRO, P. Antonio Costa



Ano: 1910.

Edição:Typ. a vapor de Augusto Costa & Mattos.

Local: Braga.

Preço: não indica.

Nº de páginas: 242.

Tiragem: não indica.





Gravuras: “O Collegio do Barro em 1860”.

Fotografias: 22, do sítio do Barro, do interior do edifício e dos padres do convento.

Gráficos: 2, “Indicação numérica e comparativa dos que entram e perseveraram, relativamente a cada um dos 50 annos que vão de 1859 a 1909”, e “Quadro das entradas, repartida pelas províncias do Reino e por outras províncias”.





Tema: Este livro foi editado para comemorar o jubileu da instalação de um colégio de noviciados da Companhia de Jesus no antigo Convento do Barro, ocorrida em 14 de Agosto de 1860. Descrevendo em breves traços a História do antigo convento dos arrábidos, daqui expulsos em 1834, bem como o seu património, a obra debruça-se especialmente sobre os últimos cinquenta de história do convento, dirigido pelos Jesuítas assim como sobre as missões em que participaram por quase todo o país. Por ironia do destino, menos de dois meses depois desse jubileu era proclamada a República e os Jesuítas do Barro foram das primeiras vítimas do anti-clericalismo do novo regime.


Capítulos: Algumas palavras d’introdução; CAPÍTULO I – Breve noticia da casa e noviciado do Barro - § 1º - Notícia geral do convento até o anno de 1860; § 2º Como o convento do Barro passou a ser propriedade da Companhia; § 3º - Abertura do noviciado no Collegio do Barro; CAPÍTULO II – A Casa do Barro e as suas officinas; Adro da Egreja; Sacristia e claustro; Capella domestica; Refeitório; Infermaria; Novciado e Estudantado actuaes; Mata e telheiro; Monumento a Nª Sª de Lourdes; ECHOS – o Monumento do Barro [poema da autoria de José Maria Gomes Ribeiro, professor do colégio]; CAPÍTULO III – A casa do Barro e seus labores apostolicos (desde o anno de 1861 a 1866); §1º - A Idéa geral das missões – Estado moral em que os nossos operários vieram encontrar o povo do reino, quando começaram com as missões volantes; ceremonial que é costume guardar-se nas missões; ceremonial da 1ª communhão das crianças; ceremonia da communhão geral; § 2º - Ministerios dos operários do Barro no termo de Torres-Vedras – Estreia no púlpito do P. Luiz Prosperi; Missão (novena) em Serra da Villa; Missões do Carvalhal, Orjariça, Figueiredo e Matacães; Erecção das primeiras Congregações na nossa Egreja; Primeira communhão geral das crianças na Egreja do Barro; Missão do Ramalhal; Missão em S. Pedro da Cadeira; Missões em Nª Sª do Amparo, Incarnação e Ponte do Rol; Missão em S. Mamede; Missão da Ericeira; Missão da Lourinhã; § 3º - Ministerios dos operários do Barro fora do termo de Torres – Missão de Cintra; Missão em S. João das Lampas; Missão em Monte Lavar; Missão de Peniche; Missão do Almargem do Bispo; Missão d’Olho Marinho; Missão em Serra d’El-rei; Missão d’Obidos; Missão em Porto de Mós; Missão de Leiria; Missão da Marinha Grande; Missão em Vieira; Missão em Merciana;Missão em Carvalhal de Obidos; Missão do Sanguinhal; Missão do Cadaval; Missão na Vermelha; CAPÍTULO IV – Trabalhos apostolicos ou missões dos operários do Barro (desde o anno de 1866 a 1910); § 1º - Abrangendo as missões, que tiveram logar desde princípios de 1866 até á morte do P. Prosperi – Missão da Pederneira; Missão em Santa Quiteria de Meca; Missão na Sapataria; Missão na Diocese de Coimbra; Missão na Diocese da Guarda – Guarda e Covilhã; Missão em Idanha-a-Nova; Missão em Pinhel; Missão de Cezimbra; Missões em algumas povoações do Districto de Beja; Missão no Cartaxo; Missão em Chaves; Ministerios apostólicos no Funchal; Missões na Diocese de Coimbra; § 2º - Ministerios apostólicos dos operários do Barro que se seguiram ao P. L. Prosperi; § 3º - Alguns ministérios dos PP. Terceiranistas no presente anno de 1910; APPENDICES: APPENDICE I – Breve noticia histórica dos Reitores e Mestres de Noviços d’esta casa, já fallecidos – P. João Meloni; P. José Catani; P. Domingos Moscatelli; O Collegio do Barro em 1860 [desenho do P. Rademaker]; APENDICE II – Relação dos que na casa do Barro (ou em Sarnache do Bom Jardim) começaram ou concluíram o noviciado desde 1860 a 1909 [quadros com listas de nomes ] : Agosto de 1860-Outubro de 1863; Outubro de 1863-Abril de 1866; Abril de 1866-Outubro de 1869; Outubro de 1869-Dezembro de 1881; Dezembro de 1881-Julho de 1888; Julho de 1888-Fevereiro de 1895; Fevereiro de 1895 – Maio de 1907; Maio de 1907; SCHEMA 1º - Indicação numérica e comparativa dos que entram e perseveraram, relativamente a cada um dos 50 annos que vão de 1859 a 1909 [gráfico]; SCHEMA 2º - Quadro das entradas, repartida pelas províncias do Reino e por outras províncias; APPENDICE III – Breve descripção dos festejos [do jubileu] do dia 2 d’Agosto [de 1910] – Programma dos Festejos; ERRATAS; INDICE



quinta-feira, 3 de setembro de 2009

ESCLARECIMENTO SOBRE O TEXTO "TORRES VEDRAS DURANTE A 2ª GUERRA"

O texto por nós publicado sob aquele título tem, só por si, uma longa história.
Foi escrito em 1995, a pedido de Andrade Santos para ser publicado numa edição da “Torres Cultural”, comemorando os 50 anos do final da guerra.
Deparando-me com uma grande falta de fontes locais tradicionais para elaborar esse trabalho, recorri à ajuda de testemunhas orais, de pessoas que eu conhecia e tinham vivido esse período: o Sr. Pedro Fernandes, o sr. Adão de Carvalho, ambos entretanto já falecidos, e à minha mãe, Maria Helena Costa Aspra de Matos, que, durante a infância, me tinha contado muitas histórias desses tempos conturbados.
Entretanto alarguei o meu estudo para a recolha de dados sócio-económicos sobre a região.
Uma versão resumida do resultado dessa investigação, acabou por ser a publicada no nº 7 da “Torres Cultural”, edição de 1996.
Como tinha recolhido e escrito muito material que não pôde ser publicada por razões de espaço, acalentei a ideia de publicar um pequeno livro sobre o assunto.
Esse objectivo ficou-se pela elaboração de uma maqueta, cujo exemplar é o único documento original que possuo desse texto.
Tal texto tinha sido escrito no meu primeiro computador, um Macintosh, copiado posteriormente para uma disquete quando me desfiz desse computador para comprar um mais recente, entretanto também já desaparecido.
Resumindo e concluindo, desse texto, em formato digital, apenas consegui salvar para o meu actual computador uma parte. Tem-me faltado tempo para passar o que falta para o computador, a partir daquela maqueta (cujo exemplar só hoje descobri).
Entretanto comemorava-se, no passado dia 1 de Setembro, o 60º aniversário do início da Segunda Guerra e lembrei-me que talvez pudesse publicar esse texto no blog Vedrografias, mesmo com o texto incompleto, sem conseguir reproduzir os gráficos (já agora, alguém me ensina como é que posso reproduzir gráficos para um blog?), e sem a bibliografia incluída.
Só tinha duas opções, ou deixava passar a efeméride, à espera de aperfeiçoar o texto (cuja publicação ficava mais uma vez adiada) ou publicava-o mesmo assim, com o objectivo de divulgar o que era essencial.
Encaro este blog como um espaço de divulgação e ensaio e não o confundo com uma tese de Mestrado ou uma edição em livro.
Não me pareceu que o texto perdesse qualidade ou importância sem estar tecnicamente perfeito.
A própria leitura do texto que tinha digitalizado, era esclarecedor sobre as fontes utilizadas. Implícita ou explicitamente estavam lá as indicações bibliográficas fundamentais.
Por isso não percebo a boca anónima que me foi enviada.
Aliás, tenho pouca consideração pelo anonimato, e esta será a última vez que respondo a um leitor anónimo, mais porque penso que os meus leitores têm direito a um esclarecimento do que por qualquer consideração pelo anonimato.
Sendo assim, e de modo resumido, passo a esmiuçar as fontes utilizadas, sem preocupação em seguir os cânones, como mera indicação (que, repito, estão implícitas ou explícitas no texto, um texto inacabado e de mera divulgação):
Fontes Orais (as principais para a elaboração deste texto):
- Adão de Carvalho;
-Maria Helena Costa Aspra de Matos;
- Pedro Fernandes.
Fontes Manuscritas:
- Livros de Acordãos da Câmara Municipal de Torres Vedras, nº 47 e nº 48,Arquivo Municipal de Torres Vedras (nomeadamente os acórdãos de 10 de Maio de 1945, ff. 194V e 195, e de 16 de Agosto de 1945, f. 14);
Fontes Impressas:
- Anuários Demográficos de 1938 a 1947, ed. INE.
- “Notícias de Torres”, de 1942 e 1943.
- OLIVEIRA, Rogério V. de “O custo de produção do vinho no concelho de Torres Vedras”, in Anais da Junta Nacional do Vinho, vol. III, 1951, pp. 185 a 289.
- Recenseamentos Gerais da População, 1930, 1940 e 1950, ed. INE (actualmente estão disponíveis na internet no site do INE – Instituto Nacional de Estatísticas).
- Regulamento Interno da Escola Secundária Municipal de Torres Vedras, ed. Sociedade Progresso Industrial de Torres Vedras, Outubro de 1944.
- “A Voz do Concelho”, 1942.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

FICHAS DE BIBLIOGRAFIA VEDROGRÁFICA - "Guia das Aguas Mineraes dos Cucos"


Título: Guia das Aguas Mineraes dos Cucos.
Autor: vários.

Ano: 1892.
Edição:Typ. Da Companhia Nacional Editora.
Local: Lisboa.
Preço: 300 réis.
Nº de páginas: 168.
Tiragem: não indica.

Gravuras: “Planta Chorographica dos Cucos…”; “Vista do edifício balnear e annexos” ; “Planta das Piscinas…”; “Planta do 1º Andar”; “Vista geral do Valle dos Cucos”; “Rede Ferroviária de Portugal”;
Fotografias: Nenhuma.
Gráficos: “Composição das aguas do Valle dos Cucos”(pág 33).

Tema: Trata-se de um guia das Termas dos Cucos, com referência às suas qualidades terapêuticas, uma descrição histórico-patrimonial do lugar, depoimentos de doentes , e regulamento dos serviços.
Capítulos: Iª parte – Relatório Médico [da autoria do Dr. António Manoel da Cunha Bellem e Dr. Guilherme José Ennes]: “As Aguas Minero-Medicinaes dos Cucos” – I – No local; II – Natureza das àguas; III – Acção das águas e das lamas; IV – “Analyse Chimica”; V – Indicações VI – “O que é certo e o que há a esperar” (com referência ao efeito sobre várias doenças); VIII – Lamas; VIII – “Transportabilidade”; X- Estação de Inverno; Conclusão.
IIª parte – “Os Cucos Descriptivo” [da autoria de António Jorge Freire]: Os Cucos – Sua situação e natureza do solo: história; Nascentes; Os edifícios; Descripção dos Pisos; Reservatórios; “Os Cucos, considerados como estação de saúde e recreio”; cidades e vilas [da região]; Torres Vedras.
IIIª parte – Abonações: Alguns doentes que têm feito uso das aguas e resultados obtidos; Cartas, attestados e declarações.
IVª parte – Regulamento [por José Gonçalves Dias Neiva].
Tabella de Preços .

terça-feira, 14 de julho de 2009

FICHAS DE BIBLIOGRAFIA VEDROGRÁFICA - "No Primeiro Centenário de Madeira Torres"


Título: “No Primeiro Centenário de Madeira Torres”.
Autor: CALADO, Rafael Salinas.

Ano:1936.
Edição:Tipografia e Papelaria da Sociedade Progresso Industrial.
Local: Torres Vedras.
Preço: Não refere.
Nº de Páginas: 27
Tiragem:300 exemplares.

Gravuras: na capa e no interior, Rua do Quebra Costas, da autoria de A. Loureiro.
Fotografias: Casa da Quinta das Fontainhas; Igreja de Stª Maria do Castelo; Quartel General de Junot (Largo da República); sentença na justificação requerida por Francisco Pedro Boto Pimentel; 1ª edição da Descripção Histórica e Economica-1819; 2º edição da Descripção Histórica e Economica-1861; Parte económica da Descripção Histórica e Economica-1833; Casa onde viveu e faleceu o desembargador Manoel Agostinho Madeira Torres.
Gráficos: nenhum

Tema: Comunicação proferida por Rafael Salinas Calado, então director do Museu e da Biblioteca de Torres Vedras, por ocasião do primeiro centenário do falecimento de Agostinho Madeira Torres, conferência realizada nos Paços do Concelho de Torres Vedras em 27 de Janeiro de 1936, repetida no Teatro-Cine Ferreira da Silva em 8 de Fevereiro do mesmo ano. Nessa comunicação traça-se, não só a biografia de Madeira Torres, como o enquadramento histórico da região na época em que viveu. São ainda transcritos vários documentos.

Capítulos: “Breves Palavras” por Henrique de Campos Ferreira Lima [director do arquivo Militar]; Exposição Bibliografica [transcrição da notícia publicada no jornal “O Torrense” de 16 de Fevereiro de 1936]; Minhas Senhoras e Meus Senhores [comunicação]; Notas [inclui diversos documentos].


FICHAS DE BIBLIOGRAFIA VEDROGRÁFICA - "No Primeiro Centenário de Madeira Torres"

(no cruzamento da Av.5 de Outubro com o Praça da República -1936)

Quinta das Fontainhas (entre o Aqueduto e os Cucos), local onde nasceu Madeira Torres.


Dedicatória assinada por Salinas Calado



sexta-feira, 5 de junho de 2009

FICHAS DE BIBLIOGRAFIA VEDROGRÁFICA - "Fontes Medievais de História Torreana"


TÍTULO – “Fontes Medievais de História Torreana – Alguns documentos do Arquivo Nacional da Torre do Tombo copiados por J.M.Cordeiro de Sousa da Academia Portuguesa de História”.

AUTOR - SOUSA, J. M. Cordeiro de.

ANO – 1957.
EDIÇÃO – Câmara Municipal de Torres Vedras, na tipografia da Gráfica Torriana
LOCAL-Torres Vedras
PREÇO – Não refere
Nº de PÁGINAS – 188

GRAVURAS – Nenhuma
FOTOGRAFIAS- Nenhuma
GRÁFICOS- Nenhuma
MAPAS- Nenhuma

TEMA- Transcrição de 112 documentos medievais, desde o reinado de D. Dinis até ao reinado de D. Manuel, existente na Torres do Tombo, sobre Torres Vedras, já anteriormente publicados pelo autor nas páginas do jornal “Badaladas”, desde Julho de 1950.

CAPÍTULOS – Documentos (D. Dinis – 13 documentos; D. Afonso IV – 6 documentos; D. Pedro I – 7 documentos; D. Fernando I – 9 documentos; D. João I – 17 documentos; D. Duarte – 6 documentos; D. Afonso V – 29 documentos; D. João II – 8 documentos; D. Manuel I – 17 documentos); – Índices : I - documentos; II – Onomástico; III – Cargos, Títulos, Ofícios, etc.; IV – Locais de Torres Vedras e Seu Termo; Erratas.

terça-feira, 26 de maio de 2009

FICHAS DE BIBLIOGRAFIA VEDROGRÁFICA - "Descripção do Real Asylo de Inválidos Militares em Runa..."


TÍTULO : Descripção do Real Asylo de Invalidos Militares em Runa – Importancia d’este estabelecimento devido á esclarecida munificiencia e piedade de uma illustre princeza – dedicado a Sua Alteza o Ser.mo Senhor Infante D. Affonso Henriques por Augusto Carlos de Souza Escrivanis.

AUTOR: Augusto Carlos de Souza Escrivanis, 1º sargento do regimento d’Infanteria nº 7, servindo de quartel mestre no Real Asylo de Runa.

ANO: 1882.
EDIÇÃO: Lallemant Frères, Typ.
LOCAL: Lisboa.
PREÇO: 200 réis.
Nº de PÁGINAS: 32.

GRAVURAS: 3: - “A Princeza D. Maria Francisca Benedicta (segundo um retrato da época); -“Real Asylo dos Invalidos Militares em Runa”; “Custódia do Real Asylo dos Invalidos Militares em Runa”.
FOTOGRAFIAS: Nenhuma.
GRÁFICOS: 1 : -“Mappa dos inválidos admittidos, falecidos e sahidos desde o anno da abertura do asylo, até 31 de Agosto de 1882”.
MAPAS: Nenhum.

TEMAS: Princesa Maria Francisca Benedita; Asilo Militar de Runa (Actual CAS de Runa); Arquitectura neo-clássica; Beneficência; Runa.

CAPÍTULOS: I – Fundação do Real Asylo de Invalidos Militares; II –Descripção do estabelecimento e differentes esclarecimentos; III – Descripção da custodia e de algumas alfaias e paramentos; IV – Rendimentos do Asylo; V – Melhoramentos que tem tido o estabelecimento depois da sua abertura; VI – Resumo das principaes prescripções concernente ao regímen do asylo; VII – Governadores que tem havido desde a abertura do asylo e a primeira e actual administração; VIII - Mappa dos inválidos admittidos, falecidos e sahidos desde o anno da abertura do asylo, até 31 de Agosto de 1882; IX – Bens e lembranças legados ao asylo; X – Monumento a D. Pedro V; XI – Empregados no asylo e pessoas das visinhanças que conheceram a Serenissima Princeza a Senhora D. Maria Francisca Benedicta; XII – Biographia do actual commandante do asylo; CONCLUSÃO.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Torres Vedras no Tempo dos Romanos - Bibliografia

  • ALARCÃO, O Domínio Romano em Portugal, Publicações Europa-América, 1988.
  • ALARCÃO, Jorge de (coord.), Portugal – Das Origens à Romanização, Nova História de Portugal, Vol.1, ed. Presença, 1990.
  • ALMEIDA, Justino Mendes de, e FERREIRA, Fernando Bandeira, “O Epitáfio da Igreja de Matacães”, “Varia Epigraphica”, in Revista de Guimarães, Vol. LXXVI, nº 1-2, Jan.-Jun. 1966, pp. 23 a 37.
  • ALMEIDA, Justino Mendes de, e FERREIRA, Fernando Bandeira, “O Monumento funerário da Quinta da Macheia (Torres Vedras)”, “Varia Epigraphica”, in Revista de Guimarães, Vol. LXXVI, nº 3-4, Jul.- Dez., 1966, pp. 341 a 343.
  • ARRUDA, Ana Maria, “O comércio fenício”, in História de Portugal – Dos Tempos Pré-Históricos aos Nossos Dias, dir. João Medina, 2º Vol, pp.17 a 34, Ediclube, 1993.
  • BARBOSA, Pedro Gomes, Povoamento e Estrutura Agrícola na Estremadura Central, Instituto Nacional de Investigação Científica, 1991.
  • BELO, Aurélio Ricardo, “Nótula sobre quatro lucernas romanas de barro, inéditas”, Estremadura, 2ª série, nº 50-51, 1959, pp. 97 a 112.
  • BELO, Aurélio Ricardo, “Nótulas sobre arqueologia de Torres Vedras e seu termo”, conjunto de 55 estudos publicados entre 1952 e 1959, nas páginas do jornal Badaladas.
  • BELO, Aurélio Ricardo, “Símbolos astrais das lápides Luso-Romanas”, in Estremadura, 2ª série, nº 44-45-46, 1957, pp. 143 a 168, e nº 47-49, 1958, pp. 39 a 75.
  • BELO, Aurélio Ricardo, “Um enigma epigráfico”, in Boletim da Junta Distrital da Estremadura, 2ª série, nº 41-42-43, 1956, pp. 127 a 134.
  • BELO, Aurélio Ricardo, FEREIRA, O da Veiga, TRINDADE, Leonel, “Lucerna polimyxos do Museu de Torres Vedras”, in Revista de Guimarães, Vol. LXXIII, nº 3-4, Jul.- Dez., 1963, pp. 315 a 317.
  • BYRNE, Inês Nadal de Sousa, “A Rede Viária da Zona Oeste do Município Olisiponense (Mafra e Sintra)”, in AL-Madam, IIª série, nº2, Julho de 1993, Centro Arqueológico de Almada, pp. 41 a 47.
  • CAETANO, José Carlos, “A iluminação no Portugal romano”, in História de Portugal – Dos Tempos Pré-Históricos aos Nossos Dias, dir. João Medina, 2º Vol, pp. 346 a 350, Ediclube, 1993.
  • CARDOSO, José, A Geografia da Ibéria segundo Estrabão, APPACDM Distrital de Braga, 1994.
  • O Correio de Torres Vedras, nº 24, 25-7-1926.
  • “De como do reinado de Ramsés II se fala da deusa Fortuna do Museu de Torres Vedras”, in Oeste Democrático, T. Vedras, de 19-9-1975.
  • FABIÃO, Carlos, “Felicitas Iulia Olisipo”, in História de Portugal – Dos Tempos Pré-Históricos aos Nossos Dias, dir. João Medina, 2º Vol, pp.260 a 263, Ediclube, 1993.
  • FERREIRA, O . da Veiga, e TRINDADE, Leonel, “Objectos Inéditos Lusitano-Romanos do Museu de Torres Vedras”, in Boletim da Junta da Província da Estremadura, 2ª série, nº61/62, 1964, pp. 265 a 278.
  • “Freguesias”, suplemento do jornal BADALADAS, de T. Vedras, 1998, 1999 e 2000.
  • HUMBERTO, Jorge, “ Quo Vadis IC1 ? - Obras do IC1 ameaçam cemitério romano nos Cucos”, in Frente Oeste, 16-3-1995.
  • LUNA, Isabel de, “Uma terra de ferreiros”, in “Freguesias” (Ramalhal), suplemento nº12 do jornal Badaladas, 28-5-1999.
  • MANTAS, Vasco Gil , “Comércio marítimo e sociedade nos portos romanos do Tejo e do Sado”, in Ocupação Romana dos Estuários do Tejo e Sado, coord. de Graça Filipe e Jorge Manuel C. Raposo, Publicações Dom Quixote, 1996.
  • MANTAS, Vasco Gil, Inscrições Romanas do Museu Municipal de Torres Vedras, Universidade de Coimbra, 1982.
  • MANTAS, Vasco Gil ,“A rede viária romana do território português”, in História de Portugal – Dos Tempos Pré-Históricos aos Nossos Dias, dir. João Medina, 2º Vol, pp.213 a 230, Ediclube, 1993.
  • MARTIN, Jean-Pierre, As Províncias Romanas da Europa Ocidental e Central, Publicações Europa-América, 1999.
  • RIBEIRO, “Uma cidade aos pés de Óbidos”, in Público, 12 de Outubro de 1997.
  • RODRIGUES, Adriano Vasco, “As Guerras Lusitanas”, in Revista de História, Universidade Livre do Porto, vol.I, 1984, pp. 113 a 146.
  • RODRIGUES, Cecília Travanca, “O Passado Longínquo: da Pré-História à Romanização”, in Torres Vedras – Passado e Presente, vol I, pp. 35 a 60, C.M.T.V., 1996.
  • RODRIGUES, Cecília Travanca, Reconhecer Leonel Trindade, Cooperativa de Comunicação e Cultura, T. Vedras, 1999.
  • SAA, Mario, As Grandes Vias da Lusitania, tomo III, Lisboa 1960.
  • TORRES, Manuel Agostinho Madeira, Descripção Historica e Economica da villa e termo de Torres-Vedras, 2ª edição anotada, Imprensa da Universidade, Coimbra, 1862 (ed. “fac-simile” , ed. Stª Casa da Misericórdia de Torres Vedras, 1988).
  • TORRES, Manuel Agostinho Madeira, Descripção Historica e Economica da villa e termo de Torres-Vedras, - parte económica, 2ª edição anotada, (1865?) , manuscrito inédito no Arquivo Municipal de Torres Vedras.
  • VEIGA, Estácio da, Antiguidades de Mafra, ed. fac-símile, (1º ed.1879), Mar de Letras, 1996.
  • VIEIRA, Julio, Torres Vedras Antiga e Moderna, Sociedade Progresso Industrial, T. Vedras, 1926.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Roteiros torrienses - Bibliografia.


- BELO, Aurélio Ricardo, “Nótulas sobre arqueologia de Torres Vedras e seu termo”, conjunto de 55 estudos publicados entre 1952 e 1959, nas páginas do jornal Badaladas.

- CARVALHO, Emmanuel e outros, “More Data for na archeological map os the county of Torres Vedras” (paleolítico), in Arqueologia, nº 19, Junho de 1989, Porto 1989, pp. 16 a 33.

- O Correio de Torres Vedras, nº 24, 25-7-1926.

- FERREIRA, Octávio da Veiga, La culture du vase campaniforme au Portugal, tese de doutoramento apresentada à Faculté des Sciences de l’Université de Paris, Lisboa 1966.

- “Freguesias”, suplemento do jornal BADALADAS, de T. Vedras, 1998, 1999 e 2000.

- FREITAS, Cândido Manuel Varela de , A Arqueologia do Concelho de Torres Vedras (Contribuição para o seu estudo até à época Lusitano-Romana), Dissertação de licenciatura no Curso de Ciências Históricas e Filosóficas, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2 volumes, Lisboa 1959.

- GONÇALVES, João Ludgero Marques, “O Castro da Fórnea (Matacães-Torres Vedras)”, in KUNST, Michael (coord.), Origens, Estruturas e Relações das Culturas Calcolíticas da Península Ibérica, Actas das I Jornadas Arqueológicas de Torres Vedras, 3-5 Abril 1987, Trabalhos de Arqueologia 7, IPPAA, Lisboa 1995, pp.123-140.

- HOFFMANN, GERD e SCHULZ, Horst, “Cambio de situación de la línea costera y estratigrafía del holoceno en el valle del río Sizandro/Portugal”, in KUNST, Michael (coord.), Origens, Estruturas e Relações das Culturas Calcolíticas da Península Ibérica, Actas das I Jornadas Arqueológicas de Torres Vedras, 3-5 Abril 1987, Trabalhos de Arqueologia 7, IPPAA, Lisboa 1995, pp.45-46.

- HUMBERTO, Jorge, “Moçafaneira, Torres Vedras - Dinossauro já foi identificado”, in Público, 28 de Julho de 1996.

- HUMBERTO, Jorge, “Na rota dos dinossauros”, in Público, 5 de Janeiro de 1996.

- HUMBERTO, Jorge, “ Quo Vadis IC1 ? - Obras do IC1 ameaçam cemitério romano nos Cucos”, in Frente Oeste, 16-3-1995.

- JIMÉNEZ GÓMEZ, María de la Cruz, “Los amuletos en el Eneolítico portugués: Zambujal”, in KUNST, Michael (coord.), Origens, Estruturas e Relações das Culturas Calcolíticas da Península Ibérica, Actas das I Jornadas Arqueológicas de Torres Vedras, 3-5 Abril 1987, Trabalhos de Arqueologia 7, IPPAA, Lisboa 1995, pp.31-36.

- KUNST, Michael, “Cerâmica do Zambujal – Novos resultados para a cronologia da cerâmica calcolítica”, in KUNST, Michael (coord.), Origens, Estruturas e Relações das Culturas Calcolíticas da Península Ibérica, Actas das I Jornadas Arqueológicas de Torres Vedras, 3-5 Abril 1987, Trabalhos de Arqueologia 7, IPPAA, Lisboa 1995, pp.21-30.

- KUNST, Michael, As cerâmicas decoradas do Zambujal e o faseamento do Calcolítico da Estremadura Portuguesa, separata de Estudos Arqueológico de Oeiras, nº 6, pp.257-286, Ed. C.M. Oeiras, 1996.

- KUNST, Michael (coord.), Origens, Estruturas e Relações das Culturas Calcolíticas da Península Ibérica, Actas das I Jornadas Arqueológicas de Torres Vedras, 3-5 Abril 1987, Trabalhos de Arqueologia 7, IPPAA, Lisboa 1995.

- KUNST, Michael (org. e textos), Zambujal – Exposição comemorativa dos 20 anos do Instituto Arqueológico Alemão em Portugal – catálogo da exposição, CMTV, Torres Vedras 1992.

- KUNST, Michal, und TRINDADE, Leonel Joaquim, Zur Besiedlungsgeschichte des Sizandrotals, Madid, 1990.

- LUNA, Isabel de, “Investigação arqueológica em Runa”, in “Freguesias” (Runa), suplemento nº 13 do jornal Badaladas, 15-10-1999.

- LUNA, Isabel de , “Monte Redondo na pré-história”, in “Freguesias” (Monte Redondo), suplemento nº9 do jornal Badaladas, 12-2- 1999.

- LUNA, Isabel de, “Uma terra de ferreiros”, in “Freguesias” (Ramalhal), suplemento nº12 do jornal Badaladas, 28-5-1999.

- LUNA, Isabel de ,”Um tesouro pré-histórico”, in “Freguesias” (Outeiro da Cabeça), suplemento 10 do jornal Badaladas, 26-3-1999.

- MADEIRA, João, GONÇALVES, João Ludgero, RAPOSO, Luís, PARREIRA, Rui, Achados da Idade do Bronze no Monte da Pena (Barro/Torres Vedras) – Notícia Prévia, Lisboa 1972.

- PAÇO, Afonso do e TRINDADE, Leonel, Subsídios para uma carta arqueológica do concelho de Torres Vedras, separata do “Arquivo de Beja”, vol.XX-XXI, 1963-1964, ed. Minerva Comercial, Beja, 1964.

- RODRIGUES, Cecília Travanca, “O Passado Longínquo: da Pré-História à Romanização”, in Torres Vedras – Passado e Presente, vol I, pp. 35 a 60, C.M.T.V., 1996.

- RODRIGUES, Cecília Travanca, Reconhecer Leonel Trindade, Cooperativa de Comunicação e Cultura, T. Vedras, 1999.

- SCHUBART, Hermanfrid, “As Escavações do Zambujal – Retrospectiva e planificação” in KUNST, Michael (coord.), Origens, Estruturas e Relações das Culturas Calcolíticas da Península Ibérica, Actas das I Jornadas Arqueológicas de Torres Vedras, 3-5 Abril 1987, Trabalhos de Arqueologia 7, IPPAA, Lisboa 1995, pp. 17 –20.

- SCHUBART, Hermanfrid, e SANGMEISTER, Edward, TRINDADE, Leonel Escavações no Castro Eneolítico do Zambujal (Torres Vedras – Portugal) 1964, ed. CMTV, T. Vedras, 1966.

- SCHUBART, Hermanfrid, e SANGMEISTER, Edward, Zambujal – povoado fortificado da Idade do Cobre, ed. CMTV, T. Vedras, 1987.

- TORRES, Manuel Agostinho Madeira, Descripção Historica e Economica da villa e termo de Torres-Vedras, 2ª edição anotada, Imprensa da Universidade, Coimbra, 1862 (ed. “fac-simile” , ed. Stª Casa da Misericórdia de Torres Vedras, 1988).

- TORRES, Manuel Agostinho Madeira, Descripção Historica e Economica da villa e termo de Torres-Vedras, - parte económica, 2ª edição anotada, (1865?) , manuscrito inédito no Arquivo Municipal de Torres Vedras.

- TRINDADE Júnior, Leonel, “Projecto Porto Novo”, in suplemento Freguesias – Maceira, Badaladas, 14/08/1998.

- UERPMANN. Hans-Peter, “Observações sobre a ecologia e economia do Castro do Zambujal”, in KUNST, Michael (coord.), Origens, Estruturas e Relações das Culturas Calcolíticas da Península Ibérica, Actas das I Jornadas Arqueológicas de Torres Vedras, 3-5 Abril 1987, Trabalhos de Arqueologia 7, IPPAA, Lisboa 1995, pp. 47-53.

- UERPMANN, Margarethe, “A indústria da pedra lascada do Zambujal”, in KUNST, Michael (coord.), Origens, Estruturas e Relações das Culturas Calcolíticas da Península Ibérica, Actas das I Jornadas Arqueológicas de Torres Vedras, 3-5 Abril 1987, Trabalhos de Arqueologia 7, IPPAA, Lisboa 1995, pp.37-44.

- VEIGA, Estácio da, Antiguidades de Mafra, ed. fac-símile, (1º ed.1879), Mar de Letras, 1996.

- VIEIRA, Julio, Torres Vedras Antiga e Moderna, Sociedade Progresso Industrial, T. Vedras, 1926.
- ZILHÃO, João, O Paleolítico Superior da Estremadura Portuguesa, 2 vol., ed. Colibri, Lisboa 1997.

- ZILHÃO, João, O Solutrense da Estremadura Portuguesa – uma proposta de interpretação paleoantropológica, IPPC, Lisboa 1987.